lunedì 6 giugno 2011

Enfim, intervençao!

A tensao foi grande, o estresse também, o trabalho foi intenso, as discussoes, os erros, as falhas, a discrepancia entre a teoria e pratica, o medo de dar tudo errado, a confiança depositada em todas as fichas que tinhamos nas maos, o desespero de ter tudo por terra ou nao ter trabalho nenhum, os dias curtos infinitamente longos na sala de plastica, almoços no Arquitetura do Sabor em poucos minutos porque tempo algum deveria ser desperdiçado, "idéias com potencial" que na verdade significavam coisa nenhuma e deveriam ser melhoradas rapidamente... Tudo isto existiu nos ultimos dois ou tres meses, intercalando entre si, organizando-se da melhor maneira para deixar-nos loucos, pirados, dedicados em cada fio de cabelo à intervençao. Foi dificil, confesso, mas cada minimo esforço foi recompensado quando, sabado à tarde, em Bichinho, por volta das quatro, cinco horas da tarde, pude ver dois periscopios erguidos, fixados no muro, num espaço em que cabia também duas sombrinhas repletas de jornal e caixinhas "opticas". Melhor ainda foi poder ver nos olhos das crianças (e também de alguns adultos) um brilho maior: estavam encantadas com o nosso trabalho, com poder ver ali no muro o que tinha la tras. A possibilidade de uma praia? Um carro novo? Indios? O que o cemiterio fazia ali, se na verdade ele estava atras da igreja?
A imaginaçao nos levou a isto, mas a pureza das pessoas levou ao sucesso de nosso trabalho. E para mim, foi esta a maior recompensa: poder proporcionar pequenos encantamentos. Caixinhas que se acendiam, imagens que refletiam quase simetricamente enquanto giravam...
O trabalho foi feito, realizado, a meu ver, com sucesso. Estivemos o tempo todo abertas às criticas, procurando sempre adapta-las da melhor maneira às nossas ideias e vontades, conciliando o que era bem visto pelos professores, ao que era bem vindo às nossas vontades, e projetos. Eis que chegamos aqui, num resultado que para mim suprapoe-se a tao somente um projeto de faculdade, mas um pedaço de experiencia com pessoas de verdade, pedaços de vida, imaginaçao, coraçao.
O fato de termos ido a Bichinho colaborou com isto. Por mais que por varias vezes tenhamos reclamado e odiado o momento em que fomos "obrigados" a ir para la, dificultando todo o processo de criaçao e montagem, hoje consigo enxergar que somente ali poderiamos ter tido o contato que tivemos com as pessoas, a recepçao desejada e o sucesso alcançado.
A todas do meu grupo, muito obrigada. Aos demais colegas, obrigada também. A confiança mutua e a troca de bons fluidos e energia foi, com certeza, essencial para que todos pudessemos conseguir "força" para nunca desistir daquilo que estava nos matando.
E obrigada tambem, professores.

(faltando a Ju..)
(Tudo pronto)






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